PDT gaúcho pede reunião com o PSOL sobre eleições estaduais

Representando o PDT gaúcho, Vieira da Cunha, e o presidente municipal do partido, Márcio Bins Ely, pediram uma reunião com os vereadores do PSOL Roberto Robaina e Pedro Ruas para conversar sobre as eleições estaduais e a importância de derrotar a extrema direita.

4 mar 2026, 16:30 Tempo de leitura: 1 minuto, 57 segundos
PDT gaúcho pede reunião com o PSOL sobre eleições estaduais

Representando o PDT gaúcho, Vieira da Cunha, e o presidente municipal do partido, Márcio Bins Ely, pediram uma reunião com os vereadores do PSOL Roberto Robaina e Pedro Ruas para conversar sobre as eleições estaduais e a importância de derrotar a extrema direita.

Vieira da Cunha abriu a reunião, nesta quarta-feira (4), informando que foi escolhido pela direção nacional e estadual do PDT como coordenador geral da pré-candidatura de Juliana Brizola ao governo do Estado. Apresentou as intenções dos trabalhistas de ser parte de uma chapa comum com a Federação dirigida pelo PT e com a Federação do PSOL, tendo o nome da ex-deputada Juliana Brizola como cabeça de chapa. Ele sustentou a tese de que o nome de Juliana tem melhores condições de vencer, ressaltando seu respeito pela construção que a pré-candidatura de Edegar Preto vem realizando.

Expressando a posição do PSOL, Robaina agradeceu a visita e ponderou que o PSOL tem uma trajetória de construção voltada a uma alternativa própria e que, desde o crescimento da extrema direita e do bolsonarismo, adotou uma linha de aliança com outros partidos do campo de esquerda e de centro esquerda. Essa foi a base da aliança com o PT em 2022 e em 2024. Ainda que o PSOL já avalie que tem mais força que o PT na Capital, a realidade no Estado é favorável ao PT.

“Essa foi a razão pela qual o PSOL decidiu apoiar o nome de Edegar Preto. Trata-se de um dirigente muito importante, candidato a governador em 2022, com Pedro Ruas de vice, que não foi para o segundo turno nas últimas eleições por apenas 2 mil votos. Um pouco mais de confiança, teria sido suficiente para termos os votos. Por isso, também reafirmamos nosso compromisso com a escolha do PT”, disse Robaina.

PSOL reafirmou sua disposição de continuar debatendo, salientando que seria importante o PDT romper com os governos de Eduardo Leite e Sebastião Melo. Assim, poderia melhorar as condições de uma união contra a direita. Por fim, sustentou que caso não exista um acordo entre as pré-candidaturas de Edegar e de Juliana no primeiro turno seria decisivo a unidade de ambos no segundo turno, para derrotar a candidatura bolsonarista